
Plano de Intervenção Integrada é uma estratégia terapêutica que combina diferentes abordagens e técnicas de forma coordenada para atender às necessidades específicas de um paciente. Ele é especialmente útil em casos complexos.
As características de um Plano de Intervenção Integrada podem ser:
• Multidisciplinaridade: Envolve profissionais de diferentes áreas (psicologia, terapia ocupacional, neurologia, etc.)
• Personalização: Adaptado ao perfil, histórico e objetivos do paciente
• Sincronia terapêutica: As intervenções se complementam e não competem entre si
• Monitoramento contínuo: Avaliação regular dos efeitos e ajustes conforme necessário
Para fundamentar o plano de intervenção para um paciente que traz queixas de sintomas de ansiedade e/ou burnout, dor… é necessário consultar referências científicas que abordam o contexto de toda a avaliação e testes dentro da especificidade de cada especialista. Após e conforme as evidências científicas iniciar um julgamento clínico e um plano individual para o indivíduo, considerando como técnicas de neurofeedback, neuromodulação, estabelecendo estratégias, métodos, objetivos, manutenção de autocuidado.
1. **Neurofeedback e técnicas de regulação emocional e ansiedade:** – Sitaram, S., et al. (2017). “Neurofeedback and neuroplasticity: Experimental evidence and clinical applications.” *Frontiers in Human Neuroscience.* – Hammond, DC (2011). “Advanced neuro feedback: Techniques and protocols.” In: *Neurofeedback in the treatment of developmental trauma.* 2. **Neuromodulação (tDCS/tDCS na DLPFC, regulação emocional):** – Fregni, F., & Pascual-Leone, A. (2007). “Technology insight: noninvasive brain stimulation in neurology—perspectives on the therapeutic potential of TMS and tDCS.” *Nature Clinical Practice Neurology.* – Batsikadze, G., et al. (2013). “Partially non-linear stimulation dose-response relationship of cathodal tDCS in human motor cortex.” *The Journal of Physiology.*

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